Nada disso precisa virar diagnóstico para merecer atenção.
Terapia acontece nas entrelinhas — no que você diz sem querer, na palavra que você escolhe, no que fica engasgado. Isso mora na língua em que você aprendeu a sentir.
E não é só idioma. É não precisar explicar o que significa a sua família ligar todo domingo. O que é ter saído de onde você saiu. O que carrega, no Brasil, ter estudado onde você estudou. Um terapeuta daqui pode ser excelente e ainda assim gastar seis meses aprendendo o contexto que a Ana já tem.
Ana Maria é psicóloga (CRP 07 / 08694), formada em Especialização em Clínica Psicanalítica pela clínica da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), com mais de 30 anos de experiência. Trabalha com psicanálise e atende online, do Brasil, brasileiros que vivem na Argentina, Estados Unidos, Inglaterra, Itália e Uruguai.
Por que psicanálise?
“O insconsciente está presente no nosso dia-dia, sejam nos nossos sonhos, nos sintomas, e no que repetimos. Por isso, é imporante poder falar e ser escutado(a) por alguém que pode te ajudar em seu auto-conhecimento, pois, quanto melhor nos conhecemos, podemos diminuir o sofrimento e aumentar nosso potencial, tendo mais consciência de quem somos e o que fazemos.”
Você provavelmente já viu terapias que prometem resultado em oito sessões. Dr. Ana trabalha com psicanálise, e não vai te prometer isso.
A pergunta que te trouxe até aqui dificilmente é “como elimino esse sintoma”. Costuma ser mais parecida com “quem eu sou agora, depois de tudo isso”. Esse tipo de pergunta não fecha em oito semanas — e tentar fechar à força costuma ser o motivo de tanta gente sair da terapia achando que não funcionou.
Não existe contrato de permanência. Você decide seguir a cada mês.
As primeiras conversas
As primeiras uma ou duas sessões servem para vocês entenderem o que te trouxe e se faz sentido seguir juntas. Se ela achar que outra abordagem ou outro profissional te atende melhor, ela diz e te indica. Isso é parte do trabalho, não uma cortesia comercial.
Frequência e duração
Sessões semanais, 50 minutos, sempre no mesmo horário. A regularidade é o que faz o trabalho acontecer — não é burocracia.
Fuso horário
Ana atende do Brasil e reserva horários pensados para quem está na Europa. Uma sessão às 19h em Lisboa ou Berlim cai no fim da tarde no Brasil. Vocês fixam um horário e ele é seu.
Onde acontece
Videochamada em plataforma com criptografia. Você só precisa de internet e de um lugar onde ninguém te escute.
Pagamento
Você pode pagar em euro (cartão ou transferência) ou por PIX, se ainda tiver conta no Brasil. Sessão a sessão ou mensalmente, como for melhor para você.
Contrato
Por ser atendimento a partir do Brasil para quem mora fora, vocês assinam um contrato simples registrando que o serviço segue a legislação brasileira e o Código de Ética Profissional do Psicólogo. É rápido e existe para te proteger.
Quase ninguém sabe. Não existe jeito certo de começar, e conduzir isso é trabalho dela, não seu.
Funciona, e é o formato que permite que você tenha alguém que fala a sua língua e conhece o seu contexto — o que dificilmente estaria disponível aí.
Vocês fixam um horário que sirva para os dois e ele fica reservado. Se você mudar de país, remarcam.
Em euro, por cartão ou transferência. Ou por PIX, se você mantém conta no Brasil. Ela informa os valores na primeira conversa.
Nenhum. Não há pacote, fidelidade ou multa. Você segue enquanto fizer sentido.
Você diz. É esse o objetivo das primeiras conversas. Não dá certo com qualquer pessoa e ninguém espera que dê.
Sim. Sigilo absoluto, conforme o Código de Ética Profissional do Psicólogo. Nada do que você disser sai dali, salvo as raras situações previstas em lei.
Sim, mas o foco da Dr. Ana hoje é quem está fora.